segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

INSTALAÇÃO DOS ÓRGÃOS DA FREGUESIA

Caro Dr. Bruno,

Dada a importância do tema, agradeço publique no seu Blogue o texto que remeto.

Cumprimentos,


INSTALAÇÃO DOS ÓRGÃOS DA FREGUESIA

Reflexão sobre os casos de Lordelo e Lagares

Como é sabido, são duas as autarquias locais, freguesia e município, sendo que os órgãos representativos da freguesia são a assembleia de freguesia e a junta de freguesia e do município a assembleia municipal e a câmara municipal.

A assembleia de freguesia e a assembleia municipal são, respectivamente, órgãos deliberativos da freguesia e do município. (cfr. Artº 3º e 41º da Lei das autarquias locais.)

De acordo com a lei eleitoral dos órgãos autárquicos, só os membros dos órgãos deliberativos das autarquias locais e do órgão executivo do município são eleitos por sufrágio universal, directo e secreto, sendo que a conversão de votos em mandatos faz-se de acordo com o método de representação proporcional correspondente à média mais alta de Hondt

Donde, ressalta da Lei das Autarquias Locais que a junta de freguesia enquanto órgão executivo colegial da freguesia é o único que não é eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos. Deste órgão executivo, apenas o presidente de junta é eleito directamente pelos eleitores da freguesia, ocupando o cargo o candidato que encabeça a lista mais votada( art. 24º nº 1 da LAL)

A junta de freguesia como um órgão executivo colegial é constituída, no caso de Lagares e Lordelo, por dois vogais, sendo que lhes caberá exercer as funções de secretário e tesoureiro.

Estes dois vogais terão de ser eleitos em sessão especial da assembleia de freguesia convocada para o efeito.

A reunião para a eleição dos órgãos da freguesia é, inicialmente presidida pelo presidente da assembleia cessante ou pelo cidadão melhor posicionado na lista vencedora, que reconhece, instala e identifica os elementos das listas concorrentes, conforme se alcança do disposto no artº 8º da Lei das Autarquias locais – Lei nº 169/99, de 18/9, na redacção que lhe foi introduzida pela Lei 5-A/2002 de 11 de Janeiro.

Feita a instalação da nova assembleia, a reunião é, seguidamente, presidida pelo cidadão que encabeça a lista mais votada – o Presidente de Junta – que propõe, de entre os membros efectivos, aqueles que hão-de exercer o cargo de vogais. ( artº 24º, nº 2 da citada LAL).

Note-se que, só a partir de 2002 é que passou a ser o presidente de junta a apresentar a proposta dos membros que pretende ver no seu executivo.

Na versão anterior do citado artº 24º, qualquer membro da assembleia de freguesia podia apresentar proposta para preenchimento das vagas de vogais, sendo que o presidente de junta teria que aceitar trabalhar com eles.

A votação é feita por escrutínio secreto, nos termos do artº 9º da LAL. Os vogais eleitos para a junta de freguesia retiram-se da assembleia, dando assento aos dois suplentes que, na mesma lista, se seguem e que são chamados a ocupar o lugar dos que se retiram.

Numa situação normal, o processo de formação da Junta de Freguesia terminaria aqui. Porém, pode ocorrer que, em certas circunstâncias, se não facilite a eleição dos vogais, dificultando-se a normal constituição do órgão executivo da freguesia.

É o que está a ocorrer nas freguesias de Lordelo e Lagares, no nosso município, onde ainda não foi possível eleger os vogais para as respectivas juntas de freguesia.

Entendo que para ser alcançada uma solução que a todos dignifique, no desenvolvimento de todo o processo que deverá concluir-se rapidamente, terão que ser protegidos e defendidos alguns princípios importantes.

Em primeiro lugar, nos casos em discussão, devemos considerar a não aplicação de uma solução que tenha subjacente, na sua argumentação ou fundamentação, a denominada representatividade democrática resultante das eleições. Parece ser este o argumento dos partidos da oposição nas duas freguesias em questão. Dizem os partidos da oposição que os presidentes da junta do MSP deveriam atender aos resultados eleitorais.

Ora, se o legislador tivesse em mente que o órgão executivo Junta de Freguesia deveria ser composto, convertendo-se os votos dos partidos em mandatos nesse órgão, teria, com toda a certeza, dado outra redacção ao artº 11º da Lei Eleitoral dos órgãos das autarquias Locais, incluindo aí também os membros do órgão executivo da freguesia.

Vejamos os artºs 11º e 13º da Lei Eleitoral dos órgãos autárquicos:

CAPÍTULO II
Regime da eleição

Artigo 11º
Modo de eleição

Os membros dos órgãos deliberativos das autarquias locais e do órgão executivo do município são eleitos por sufrágio universal, directo, secreto e periódico e por listas plurinominais apresentadas em relação a cada órgão, dispondo o eleitor de um voto singular de lista.

Artigo 13º

Critério de eleição

A conversão de votos em mandatos faz-se de acordo com o método de representação proporcional

correspondente à média mais alta de Hondt, …

Deste dispositivo legal resulta claramente que o legislador não quis que um presidente de junta eleito ficasse eventualmente em minoria no órgão executivo que preside pela aplicação do método de Hondt na eleição dos vogais. Se o quisesse incluía na sua redacção “ o órgão executivo da freguesia”, além do órgão executivo do município.

Em segundo lugar, deveremos assentar num outro aspecto importante que o legislador pretendeu assegurar. Esse aspecto tem a ver com a prevalência do princípio da confiança pessoal e política do Presidente de Junta nos membros a eleger como vogais.

O legislador ao estipular no artº 24º nº 2 da LAL que os vogais são eleitos pela assembleia de freguesia, de entre os seus membros, mediante proposta do presidente de junta, quis proteger um desiderato muito simples: só pode ser vogal da junta de freguesia quem venha a ser proposto pelo respectivo presidente.

Nenhum membro da assembleia poderá condicionar a proposta do presidente de junta, designadamente, impor-lhe um elemento em quem ele não tenha confiança pessoal e política, sob pena de cairmos na subversão de papeis ou poderes.

De resto, a alteração à redacção do nº 2 do artº 24º da LAL, (passou-se da possibilidade de qualquer membro propor vogais para a junta pata a solução actual em que só o presidente de junta tem esse direito) foi motivada exactamente para impedir que o presidente de junta tenha que “aturar” vogais com quem eventualmente mantenha inimizade pessoal ou com ópticas políticas completamente opostas. Se o legislador quisesse isto, com se disse, bastaria incluir na redacção do citado artº 11º também o órgão executivo da freguesia e estipular também a aplicação do método de Hondt para a formação da junta de freguesia.

O legislador quis, especificamente, que a proposta dos nomes dos vogais fosse feita pelo presidente de junta de freguesia para que este possa ser um órgão com quem se possa e deseja trabalhar em bloco, por todo o tempo do mandato, com confiança pessoal e política.

Há, por isso, que dialogar seguindo os princípios aqui expostos com vista a alcançar uma solução em que o interesse local, alicerçado no bom senso individual e no benefício da colectividade também estejam presentes.

Lemos Martins


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Obrigado...

Quero agradecer a quem visita este blog de forma tão intensa que até conta à quantos dias não publico um post... isso dá-me vontade de manter o blog.

Quero agradecer a quem tanto se preocupa em chatear-me ou dizer mal de mim... isso dá-me risos...

Quero agradecer por mesmo só tendo defeitos ter consiguido que o blog do Sérgio Martins tenha tido tantos comentários num post como já há muito tempo não tinha... isso deixa-me contente pela visibilidade que lhe dou ao blog... rssss

Sinceramente... obrigado...
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Esclarecimento...



Porque há alguns com lapis azul também para alguns, aqui fica o texto que o Prof. Rui Silva em solicitou pudesse publicar neste blog.


«ESCLARECIMENTO SOBRE AS INJÚRIAS PROFERIDAS SOBRE Rui Silva, no artigo publicado no blog de José Carlos Pereira - DIÁRIO DE FELGUEIRAS - cuja autoria aparece atribuída a Horácio Costa.
O "Director da Escola de Airães", digo, Director do Agrupamento Vertical de Escolas de Airães, Rui Silva, nunca serviu nem nunca servirá para comportamentos como aqueles que Horácio Costa afirma terem sido praticados pela minha pessoa. É mentira o que o Sr. Horácio Costa afirmou. O que fez foi difamar o meu bom nome. Quanto ao Sr. José Carlos Pereira é, no mínimo, pouco cuidadoso e muito distraído. E quem não quer ser lobo não lhe veste a pele ou ajuda os outros a vesti-la.
Normalmente os olhos/as mentes de pessoas como aquelas que me "obrigaram" a ter de vir publicamente desmentir o que disseram, reflectem a personalidade deles e o calibre do seu carácter.
As pessoas de bem de Felgueiras conhecem tais personalidades e tenho a certeza de que não se revêem no tipo de pessoas que fazem da sua vida uma construção de mentiras e difamações.

Rui Silva. 18-9-09»
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Que vício....

Porque há quem continue a dar importância ao que não tem importância, porque gostam de falar do que não conhecem e porque uma lista não se faz só com 4, aqui fica a lista completa do Movimento Sempre Presente à Câmara Municipal de Felgueiras:

1- FÁTIMA FELGUEIRAS
2 - BRUNO CARVALHO
3 - HORÁCIO REIS
4 - LUÍSA RIBEIRO
5 - ORLANDO SOUSA
6 - AUGUSTO SOUSA OLIVEIRA
7 - CRISTINA FARIA DE CARVALHO
8 - LEMOS MARTINS
9 - MÁRIO MARTINS
10 - DALILA COSTA
11 - VÍTOR GUERRA
12 - CÁRMEN FARIA
13 - JOÃO GARÇÃO
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Eu vou estar lá...


A jornada de descanso da 71ª Volta a Portugal em bicicleta irá acontecer, este ano, em Felgueiras! Para essa segunda-feira, 10 de Agosto, está agendada a “Etapa da Volta”, uma iniciativa dedicada aos cicloturistas e amantes da bicicleta que podem usufruir de um passeio e de uma prova de superação pessoal em condições únicas. Aos participantes nesta acção é-lhes facultada a possibilidade de viverem, por dentro, as emoções dos profissionais ao serem recebidos, no alto de Stª. Quitéria, pelas mesmas estruturas que, todos os dias, a organização monta em qualquer etapa da prova.
Vou estar lá para umas pedaladas...
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Valeu a pena...



Depois do acto eleitoral de ontem para as Eleições Europeias concluí que:

- valeu a pena em 2005 expulsar muitos socialistas de Felgueiras porque figuraram em listas que não do PS

- valeu a pena não expulsar o líder da concelhia à data da última eleição autárquica, pois considerou-se que pôr em causa as listas apresentadas pelo seu partido no seu concelho e pôr em causa até Jorge Coelho não era nada de especial

- valeu a pena retirar a confiança política ao Vereador que representava o PS no Executivo Municipal por não alinhar na política do bota abaixo que a comissão política concelhia do PS queria impôr

- valeu a pena retirar a confiança política a diversos Presidentes de Junta por não se subjugarem à vontade da comissão política local, pondo em primeiro lugar a sua freguesia

- valeu a pena o discurso demagógico, balofo e gratuito

- valeu tudo a pena....


Tudo isto teve um final brilhante: o PS em Felgueiras, em relação às últimas eleições europeias, perdeu apenas 20% de votos....


Nem tudo de mal que vai acontecendo por cá é da competência da câmara. Há quem gostasse de mandar, mas para isso é preciso saber, ...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

+ Qualidade


A Cidade da Lixa passará a ter desde o próximo dia 23 de Maio disponível na sua Praça do Comércio 14 lojas e WC's públicos para apoio ao Mercado Semanal, que irão significar certamente um aumento da qualidade com que os produtos das peixarias, talhos, padarias, fumeiros, etc... nos serão disponibilizados.


Será também relevante que essas 14 lojas poderão, tal como no Mercado de Felgueiras, passar a estar abertas todos os dias, e não apenas nos dias de Mercado Semanal.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

X Torneio Internacional de Polo Aquático Cidade de Felgueiras



Pelo 5º ano consecutivo inscrito no calendário LEN, será certamente mais um grande evento desportivo em Felgueiras e que decorrerá entre 15 e 18 de Abril.

Ficam todos convidados a participar, por vários motivos:

- porque é em Felgueiras

- porque se comemoram os 15 anos de existência da Piscina Municipal de Felgueiras

- porque se comemoram os 15 anos do nosso clube de natação de Felgueiras - o FOCA

Pode acompanhar a evolução do torneio aqui.

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quarta-feira, 25 de março de 2009

+ Conversa de Café

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Tal como prometido, depois de aqui ter demonstrado que as taxas de disponibilidade do serviço de água aplicadas em Felgueiras eram as mais baratas de todo o Vale do Sousa incluindo também os concelhos limítrofes (Guimarães, Fafe e Amarante), fica aqui também a demonstração que a factura que recebemos em casa em relação ao serviço da água é também em Felgueiras a mais barata do Vale do Sousa incluíndo também os mesmos concelhos limítrofes.


Isto é, quanto custa em cada concelho a mesma quantidade de água?

Para termos esta resposta, temos que utilizar a mesma quantidade de água em cada concelho para ser comparável, e não nos podemos esquecer de somar ao custo do consumo (parte variável) a taxa de disponibilidade do serviço de água (parte fixa).

Assim, temos no quadro anexo o resultado do custo do consumo médio para uma habitação unifimiliar (6 m2/mês) somando-lhe a taxa de disponibilidade em prática em cada município (valores a 31/Dezembro/2008).



Espero que todos fiquem esclarecidos de uma vez por todas.

Quem daqui para a frente quiser dizer o contrário, ou não sabe ler, ou não é esperto (se assim for, lamento mas não insisto).

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Participem...

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Mais um grande evento (também) em Felgueiras...

Será que agora os que tendo sempre a intenção de, independentemente do valor dos eventos, achar tudo mal, porque é esse o seu conceito de oposição, vão mais uma vez não querer capitalizar este evento, mesmo sabendo que TODOS os municípios do Vale do Sousa quiserem integrar a sua organização e não abdicaram de ter uma partida ou chegada de etapa?



PS: Algúem tem aí um saco para a viola?

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terça-feira, 24 de março de 2009

Pressionem a tecla F5 por favor...


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Hoje o fenómeno dos blogs e sites como ferramentas de divulgação de informação é assumido por todos.

É tão assumido, que alguns até preferem utilizar estes espaços para de forma legítima exprimir as suas opiniões seja sobre a questão da água ou sobre blocos centrais, fazendo depois publicar esses mesmos textos de opinião na imprensa local.

Isto é, ao contrário dos usos e costumes, prioriza-se agora os espaços disponíveis na internet, remetendo para 2º plano os espaços na imprensa local em formato papel, mesmo que essa descrepancia em termos de publicação seja superior a 1 mês.

Mas, pelo menos actualizam esses seus espaços na internet.

Agora, o que não percebo, é como é quem apenas utiliza o espaço na internet, para divulgar as iniciativas do seu partido a nível local, mantenha esse mesmo espaço sem qualquer actualização há cerca de 1 mês.

Fiquei a pensar nisto. Depois lembrei-me:

- será porque a última notícia aí colocada, foi infeliz, ao convidar todos a participar numa conferência/debate com o Eng. Mira Amaral, onde a sua maior conclusão foi de que a actual liderança do partido não era alternativa para o actual Governo?

- ou será porque quem actualizava este espaço deixou de ser o candidato local, e agora com isto, querer que quem quer luzes e palco mostre o que vale...
Fica a sugestão: a tal tecla F5.
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terça-feira, 10 de março de 2009

Ajuda...

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Será que alguém me ajuda a lembrar onde já vi uma história parecida com esta?

E alguém se lembra como acabou?
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quinta-feira, 5 de março de 2009

Pela positiva...

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Após ausência forçada neste espaço, cá estou para ficar.

Não havendo conversas cruzadas esta semana, deixo aqui o meu destaque da semana. Como regra será pela positiva e de Felgueiras. Vai exactamente para o autor do Felgueiras2005, colega de mesa de debate da Rádio Felgueiras - Sérgio Martins, que no seu post sobre um dos temas que tem marcado a agenda política, demonstra a seriedade com que os assuntos devem ser debatidos e a forma como devem ser colocados.

Todos sabemos que as bases políticas entre mim e o Sérgio Martins são diferentes, que muitas vezes discordamos da opinião um do outro, mas temos uma característica que nos é comum: a forma digna como falamos e debatemos.

Aliás, o raciocínio que o Sérgio Martins faz, é exactamente o mesmo que fiz: então só porque alguém concorda com a minha opinião, por mais errada que seja, faz com que a minha opinião passe a ser verdade?

Ou será que assistimos apenas a uma manobra de diversão, criando um "amigo" e induzindo-nos que esse "amigo" é próximo politicamente doutros, para assim se criar um facto político desviando a atenção do essencial, que são exactamente neste caso, as contas que algúem se lembrou de inventar de forma a fundamentar a sua opinião?

Respeito as opiniões de cada um, e ter opinião é importante numa democracia, mas o que não posso aceitar é que quando estas se baseiam em contas "falsas" que deliberadamente alguém criou para enganar outros, se queira ter credibilidade.

Quanto ao desafio do quadro comparativo entre concelhos, fica a certeza que ele aparecerá.

Irei denominar esse post como "Agora com um desenho... 2".